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Casa Selvática apresenta Mostra de Artes Degeneradas, no Teatro Universitário de Curitiba, de 27 a 3


O coletivo curitibano da Casa Selvática também marcará presença no Festival de Curitiba. De 27 a 31 de março, integrando a Mostra Fringe, o repertório dos artistas trará trabalhos com diferentes linguagens, misturando teatro, dança, performance e música. É a SELVA, a Mostra de Artes de Degeneradas com o objetivo de ressignificar tudo aquilo que foi ou é considerado degenerado socialmente.

Os trabalhos que integram a mostra são:

(27/03 - 19h) Mamãe quero ser caricata - um ininterrupto festival de dublagens apresentado por Etruska Waters e Zaira Zarathustra; (Classificação indicativa 16 anos)

(28/03 - 17h | 29/03 - 14h) Fracassei em dar um título para este trabalho, de Semy Monastier; (Classificação indicativa 14 anos)

(28/03 - 14h | 29/03 - 17h) AMÉRICA, de Francisco Mallmann, Mil Besos de Gabriel Machado; (Classificação indicativa 18 anos)

(28/03 - 19h | 30/03 - 17h) ONÇA #4, de Leo Bardo e Matheus Henrique; (Classificação indicativa 16 anos)

(29/03 - 19h) Opereta de 50ml, de Horrorosas Desprezíveis; (Classificação indicativa 18 anos)

(29/03 - 20h) PIRATARIA, de Victor Hugo; (foto de capa)

(30/03 - 20h) Orquestra, composta pelos artistas da Casa Selvática com direção de Jô Mistinguett; (Classificação indicativa 14 anos)

(30/03 - 14h) Por que não tem paquita preta? de Simone Magalhães; (Classificação indicativa 12 anos)

(30/03 - 19h) A problemática Anarco-afetiva, de Amira Massabki e Patricia Cipriano; (Classificação indicativa 12 anos)

(31/03 - 16h20) Momo: O anarquista Coroado, de Ricardo Nolasco. (Classificação indicativa 16 anos)

As apresentações serão no TUC - Teatro Universitário de Curitiba, que fica na Galeria Júlio Moreira, Travessa Nestor de Castro, s/º - Centro. Os ingressos são no estilo "pague quanto puder".

A Selvática Ações Artísticas é um coletivo de 18 artistas interessados em criação e pesquisa colaborativa, com trabalhos que já foram apresentados em diversas cidades do Brasil, bem como da América Latina e Europa.

Entre as principais linhas de força que movimentam o coletivo estão processos criativos afetados por questões pertinentes às comunidades LGBTQIA+, a produção de dramaturgia autoral e a revisitação do conceito de cabaré.

O grupo também investiga e pesquisa novos formatos para a produção de conhecimento, a produção de uma arte contemporânea que esteja comprometida com a realidade brasileira e latino-americana, além da construção de um espaço para a experimentação identitária, para a permeabilidade entre as linguagens artísticas, o hibridismo, a processualidade e a descentralização.

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