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Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná apresentam "Carmen", no Guairão


Nos dias 28 e 29 de setembro, o Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná apresentam o espetáculo Carmen, no palco do Guairão. Escrita pelo compositor francês Georges Bizet, esta é uma das obras mais conhecidas e tocadas em todo o mundo. A personagem principal é uma mulher livre que acaba sendo assassinada pelo companheiro Don José, cego pelo ciúme. As sessões serão no sábado, 28, às 20h30, e domingo, 29, às 18h, e os ingressos custam R$20.

A coreografia de Carmen foi criada para o Balé Teatro Guaíra por Luiz Fernando Bongiovanni em 2016, com regência da Oerquestra nas mãos do maestro-titular Stefan Geiger. A orquestração, com destaque para percussão, representa com perfeição o clima da Espanha do século XIX, onde a história é ambientada. Na composição, não há sopros, somente cordas e percussão.

Escrita originalmente em formato de ópera, a história se desenvolve a partir do relacionamento entre Carmen - uma cigana sedutora, o cabo do exército Don José, sua noiva Micaela e o toureiro Escamillo. No ano de estreia, em 1875, a obra foi criticada em função da personalidade livre da protagonista. Bizet não viveu para ver o sucesso de sua criação, mas a canção Habanera se tornou uma das mais conhecidas do universo operístico.

As apresentações fazem parte da celebração de 50 anos do Balé Teatro Guaíra, a terceira companhia mais antiga do país e uma referência em dança contemporânea. Em cinco décadas, marcou a vida de bailarinos e bailarinas que fizeram parte do corpo artístico e transformou a história da dança nacional.

Ao todo, nesses 50 anos, o BTG criou mais de 150 coreografias, teve 300 bailarinos e se apresentou em 200 cidades, 17 estados e 5 países, chegando a um público de mais 1 milhão de pessoas.

Em maio ocorreu a Mostra de Repertório para celebrar os 50 anos do BTG. Foram apresentados os seguintes balés: A Sagração da Primavera, com participação da Orquestra Sinfônica do Paraná, Carmen e O Segundo Sopro, conhecido carinhosamente pelo público como balé das águas. Houve ainda uma homenagem para O Grande Circo Místico. Foram apresentados os seguintes trechos do espetáculo: a abertura, os duetos de Beatriz e Lily Braun e a carreira, última cena da versão original.

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