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Animação Nacional “Tainá e os Guardiões da Amazônia” é premiada na Espanha

Primeira temporada está disponível na NETFLIX. |

A série “Tainá e os Guardiões da Amazônia”, produzida pelo estúdio carioca Sincrocine Produções em coprodução com a Hype de Porto Alegre e o grupo Viacom, faz sua estreia no streaming pela plataforma Netflix em abril deste ano. Adaptação animada da trilogia de sucesso do cinema nacional, é direcionada ao público pré-escolar e conquistou agora o título de Melhor Série de Animação na 3ª edição dos Prêmios Quirino.


Voltado à animação ibero-americana e sediado em Santa Cruz de Tenerife, na Espanha, o evento foi realizado em formato online este ano. Sua cerimônia de premiação ocorreu no último sábado, dia 27 de junho. Foram inscritos 219 trabalhos de 17 países participantes, num total de 40 horas de animação. Atualmente, “Tainá” pode ser assistida no catálogo da Netflix em toda a América Latina, no canal por assinatura Nick Jr e, na TV aberta, na Band.


“Esse reconhecimento para nós é muito importante, e espero que ajude a passar uma mensagem sobre o cuidado com a natureza nesta crise do meio ambiente que estamos passando atualmente”, disse o produtor executivo do estúdio Hype, Gabriel Garcia, durante a entrega dos prêmios transmitida pela internet.

Ele prestou homenagem ao cineasta Pedro Rovai (1938-2018), criador da personagem junto com Virginia Limberger. Também foram destaques desta edição, o longa-metragem espanhol “Klaus” e o curta colombiano “El Párajocubo”, premiados nas respectivas categorias.



Destinado a crianças de três a seis anos, “Tainá e os Guardiões da Amazônia” usa personagens brasileiros para estimular nas crianças o respeito à diversidade, às diferenças culturais, com uma mensagem de amizade e ecologia.

“Além de trazer estas temáticas, o ponto principal do desenho foi ter um pouco da nossa cultura transformada em aventura, de um jeito que as crianças vão conseguir compreender”, acredita o diretor André Forni.

Para ele, a forma encontrada foi criar momentos divertidos, mas dentro da cultura indígena, dos povos ribeirinhos da Amazônia.


O diretor relembra que um trabalho de pesquisa serviu de base para a animação.

“Os animais do desenho são os animais reais. As situações são fantásticas, mas baseadas em fatos reais. O que eu mais gosto no projeto é poder contar - através de histórias que cativem as crianças - um pouco da nossa cultura também”, conclui.

Na trama, Tainá e seus amigos vivem no alto da Grande Árvore, a mais alta e mãe de todas as árvores. Os animais já sabem que, quando precisam de ajuda, é só chamar Tainá com o grito “Cru-Cru”. De boca em boca, o chamado viaja pela imensidão da floresta até encontrar Tainá, que estará sempre pronta para encarar todos os desafios.


Com 26 episódios de 11 minutos, mostra as aventuras da indiazinha Tainá e seus amigos animais: o macaco Catu, o urubu-rei Pepe e a pequena ouriça Suri. Sempre a postos para cuidar da floresta e dos amigos, “Tainá e os Guardiões da Amazônia” traz mensagens de respeito, de amizade e de cuidado com a natureza.


A série contou com recursos da Ancine e do Fundo Setorial do Audiovisual, patrocínio da RioFilme e da Norsul, e apoio do BNDES. A criação é de Pedro Carlos Rovai e Virginia Limberger, com direção de André Forni e produção e Carolina Fregatti e produção executiva de Marcela Baptista.



Serviço

"Tainá e os Guardiões da Amazônia"

Onde assistir: Disponível para assinantes da plataforma VOD Netflix - netflix.com/title/81251692

Classificação indicativa: Livre

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