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O Festival de Curitiba que você não vê

Além do democrático cardápio de espetáculos, performances e shows, evento se estende em ações sociais para diversos públicos.

"Um terreno baldio" | Foto: Rodrigo Leal

Um festival se faz com pessoas e para pessoas. De todas as origens. Festival Para Todos não é apenas um mote do Festival de Curitiba. A cada ano, o evento se consolida como uma iniciativa para além dos palcos, praças e ruas, invadindo salas de aulas, instituições e contribuindo para projetos sociais inclusivos. 10% do montante de todos os ingressos disponíveis para as atrações do Festival são reservados para entidades sociais. 


Nesta 32.ª edição, o Festival de Curitiba apresentou de forma inédita a Mostra Surda de Teatro, com sete espetáculos que colocaram artistas surdos como protagonistas do palco do TUC. Em três dias de Mostra, mais de 800 pessoas assistiram aos espetáculos, pelo menos 70% delas, surdas. “A Mostra Surda de Teatro inverteu um pouco a nossa noção de ‘deficiência’. Os espectadores ouvintes tiveram de se adaptar à dramaturgia proposta pelos artistas surdos”, conta Fabiula Passini, diretora do Festival de Curitiba. 


O Guritiba se tornou um projeto perene durante todo o ano, mesmo depois que o Festival termina com ações em escolas e entidades sociais. Mas durante os 13 dias do evento, diversas ações gratuitas levam cultura, divertimento e educação de forma lúdica a instituições sociais da região metropolitana de Curitiba. Nesta edição, circularam gratuitamente o musical “Rádio Girolê”, da Cia. Girolê; “Terreno Baldio”, do grupo Olho Rasteiro, que trabalha no teatro de rua; “No Armário Não Cabe Ninguém”, que trabalha os medos das crianças e “Ynari: A Menina das Cinco Tranças”, que traz uma contação de histórias e um belo texto africano. 


O Guritiba ainda possui um programa voltado para reunir pais e filhos em torno da arte. O Cultura em Família levou dezenas de pais, mães e filhos para sessões mediadas dos musicais “Carmen - A Pequena Grande Notável”, “Ney Matogrosso - Homem com H” e o espetáculo infanto-juvenil “Itan e Tal”, do grupo curitibano Baquetá. 


Já o Mish Mash mexe com o imaginário da garotada no chamado Ensaio Social, uma tarde divertida, na qual os artistas circenses passam todos os espetáculos da mostra para dezenas de turmas de escolas públicas e instituições sociais. “É uma tarde muito divertida, em que as crianças podem ter contato com as artes circenses, participam de brincadeiras e lanchinhos gostosos”, conta Siciane Geruntho, produtora executiva do Festival. Nesta edição, o Ensaio Social do Mish Mash reune cerca de 380 crianças.  


Serviço:

32º Festival de Curitiba

Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no ParkShoppingBarigüi - piso térreo - (Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 – Ecoville), de segunda a sábado, das 10h às 21h, e, domingos e feriados, das 12h às 20h.Confira também descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clientes Banco do Brasil, clubes de desconto e associações.


O Guritiba é apresentado por BRFértil Fertilizantes, Banco CNH Industrial e New Holland, Peróxidos do Brasil e Sanepar, com patrocínio de Neovia Engenharia, Mili, Ritmo Logística, Tradener Comercialização de Energia, Grupo Barigüi e Schattdecor, com apoio da Impextraco.


O MishMash é apresentado por Arotubi, Thales Group e Sanepar, com patrocínio de Tintas Darka, Universidade Positivo, Vianmaq Equipamentos, Gelopar, Itambé e Neovia Engenharia.


Informações: ANDRÉ NUNES


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