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Viajar por 27 países com pouco dinheiro é possível?

No livro “O Mundo que Pertenço”, Flávio Santos conta que sim e este projeto pode ser um incentivo a muitas pessoas saírem da zona de conforto.|

O lançamento do livro "O Mundo que Pertenço" esta semana é fruto de um projeto de mesmo nome que, há 3 anos, ajuda as pessoas a perceberem como o autoconhecimento e a conexão com o mundo podem gerar autocuidado e cuidado mútuo entre pessoas.


O livro é um retrato da experiência de Flávio Santos, um paranaense de 29 anos que, após viajar por 27 países com muito pouco dinheiro, encontrou a si mesmo. O texto é intenso, carrega uma história de superação e relatos que incentivam a busca pelos sonhos e a confiança nas pessoas.


Morar com uma família muçulmana na Indonésia, dar aulas para monges em Myanmar e conhecer as belas ilhas paradisíacas parecia a experiência perfeita para um jovem que passou a adolescência trabalhando e sofrendo bullying por ser obeso e gay. Flávio saiu do Brasil para fazer trabalho voluntário no Sudeste Asiático, mas foi assaltado logo no começo da experiência e perdeu todo o dinheiro que tinha, não podendo nem mesmo retornar. Depois do incidente, a viagem se tornou uma vivência de autoconhecimento e conexão com as pessoas. Por dois anos, Flávio viveu a partir da solidariedade - fio condutor que inspira a narrativa do livro.

“O Mundo que Pertenço” já era um projeto no instagram que incentivou muitas pessoas a saírem do conforto e descobrirem um mundo diferente - desde a carona na rodovia até o desprendimento de itens materiais. E por fim, o livro surgiu a partir de um financiamento coletivo, que arrecadou R$ 26 mil, com 303 colaboradores de 10 países.

"O caminho de um ser humano no seu processo de evolução em um livro inspirador, feito para aqueles que ousam explorar o mundo e a si mesmo com os olhos cheios de coragem e afeto", conta o autor.

“Percebi que viajar não é sobre conhecer lugares, é sobre se conhecer e criar uma conexão forte com algo além da aparência ou do intelecto”, conta o autor em um post no Facebook que atingiu 1,8 mil curtidas nas primeiras horas.


“Estar em contato com essa parte interna minha, me deixou mais à vontade para dizer que posso confiar no meu potencial. Uma tarefa pouco simples para quem teve impressões fortes na memória, mas possível de alcançar com a consciência e o autoconhecimento.Percebi que viajar não é sobre conhecer lugares, é sobre se conhecer e criar uma conexão forte com algo além da aparência ou do intelecto”, diz.

Em um período de pandemia, se reencontrar é também saber para onde se quer ir, e o livro provoca no leitor essa busca por si mesmo, seja em casa ou na estrada em busca de um sonho.


Clique no site abaixo para adquirir o livro:


Contato com autor: santosdflavio@gmail.com

IG @omundoquepertenco


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