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Ana e Copacabana fala sobre isolamento social e arte, em tempos de cinema à distância

Filme de Edem Ortegal estreou no fim de julho e está disponível no Youtube.|

Foto: Edem Ortegal

O curta-metragem "Ana e Copacabana", do diretor Edem Ortegal, é todo ambientado no Rio de Janeiro. Com o início da pandemia, a protagonista da história se vê, assim como a maior parte dos brasileiros, presa e angustiada dentro de seu pequeno apartamento no bairro carioca de Copacabana. Mas é nesse momento que a personagem descobre o amor pela fotografia durante a tensa quarentena de 2020.

“Um reflexo singelo sobre como a arte pode transformar certas turbulências existenciais, é um curta simples, gravado remotamente, mas que movimenta aspectos importantes que estamos passando e de que forma a arte pode servir de aliada nesse processo”, comenta o diretor.

Assista:

A atriz Juliana Albuquerque já trabalhou com o diretor em outro projeto intitulado “Marias”, que circulou por inúmeros festivais no Brasil e no mundo.

“Fiquei muito feliz com a ideia do Edem, produzir arte é algo que me alimenta, tem muito da Ana em mim. No fim das contas a gente só espera que isso tudo passe logo e que a gente possa voltar a fazer cinema como estamos acostumados”, conta a atriz.

O filme contou com a montagem, som e cartaz de Yolanda Margarida. Edem Ortegal é diretor dos filmes "Blaxploitation: A Rainha Negra" (2014), Marias (2017), Lilith (2018) e está trabalhando no roteiro e gravações remotas de um novo curta-metragem que contará com Gilda Nomacce, Julia Katherine, Juliana Albuquerque; entre outros nomes no elenco, filme que entrelaça a questão da pandemia com a vida da personagem central da trama que será interpretada pela atriz Fabíola Buzim.

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