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Bienal de Curitiba apresenta “Camuflagens”, exposição internacional com curadoria de Royce W. Smith

Mostra da 16ª Bienal de Curitiba no MAC Paraná investiga os limites entre verdade, percepção e ocultamento em um mundo atravessado por tecnologias, crises e excesso de imagens

Royce W. Smith | Foto: Divulgação
Royce W. Smith | Foto: Divulgação

A 16ª Bienal Internacional de Curitiba apresenta a exposição coletiva internacional “Camuflagens”, que propõe uma investigação sobre os limites entre o visível e o invisível, o real e o fabricado. Com curadoria de Royce W. Smith (California State University), a mostra aborda a camuflagem como metáfora política e existencial frente às rápidas mudanças tecnológicas e sociais, como o impacto da inteligência artificial, da vigilância digital e das fake news.


O panorama internacional reúne artistas de diversas linguagens (pintura, instalação, fotografia, vídeo e processos híbridos), com destaque para as obras do brasileiro Thiago Martins de Melo, que discute religiosidade e tecnologia por meio de IA interativa, e do norte-americano Ricky Allman, com pinturas que investigam tensões políticas e futuros distópicos.

Triptico - Guillermo Srodek Hart - Mostra Camuflagens | Foto: Divulgação
Triptico - Guillermo Srodek Hart - Mostra Camuflagens | Foto: Divulgação

Serviço:

Exposição: “Camuflagens” – 16ª Bienal Internacional de Curitiba

Curadoria: Royce W. Smith

Período: 14 de junho a 15 de novembro de 2026

Local: Sala 9 do MAC Paraná, no Museu Oscar Niemeyer (MON)

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