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Com acesso facilitado, Lages ganha espaço entre os destinos de inverno do Sul do Brasil

Voos diretos a partir de SP ampliam o acesso à região e impulsionam a procura por experiências ligadas ao frio, à gastronomia e à natureza.

Entardecer na região sul | Foto: Prefeitura Municipal de Lages
Entardecer na região sul | Foto: Prefeitura Municipal de Lages

O inverno de 2026 marca uma mudança importante no turismo da Serra Catarinense. Com os voos diretos entre São Paulo e Lages, iniciados no fim de 2025, a região passa a disputar espaço de forma mais competitiva entre os destinos de inverno mais procurados do Brasil, e não apenas pelos paulistas. A nova conexão aérea facilita o acesso a viajantes de diferentes origens que fazem escala ou partem de Congonhas, ampliando o alcance da Serra Catarinense para um público nacional cada vez mais em busca de frio de verdade, natureza e experiências autênticas fora dos roteiros convencionais.


A rota entre o Aeroporto de Congonhas (CGH) e o Aeroporto Regional Correia Pinto (EEA) é operada pela Gol com três frequências semanais, às segundas, quartas e sextas-feiras, em um percurso de aproximadamente 1h15.


👉🏼Já para quem sai de Curitiba a Lages, o melhor caminho é de carro, via BR 116. A cidade fica a apenas 364Km da capital paranaense.


Maior município de Santa Catarina em extensão territorial, Lages ocupa uma posição estratégica na região serrana, próxima de destinos como São Joaquim e Bom Jardim da Serra. Cercada por montanhas, vales, rios e extensos campos naturais, a cidade se destaca especialmente durante o inverno, quando as temperaturas frequentemente ficam abaixo de zero e as geadas transformam a paisagem. Em alguns anos, o destino também registra episódios de neve, fenômeno raro no Brasil e que atrai visitantes de diversas partes do país. 

Proximidade com a Serra do Rio do Rastro é um dos atrativos turísticos | Foto: Prefeitura Municipal de Lages
Proximidade com a Serra do Rio do Rastro é um dos atrativos turísticos | Foto: Prefeitura Municipal de Lages

A combinação entre clima frio, paisagens naturais e facilidade de acesso também fortalece o turismo rural, segmento que se tornou uma das marcas locais. Por ali, fazendas centenárias abrem suas porteiras para receber visitantes em busca de vivências ligadas à vida no campo, à gastronomia local e à cultura tropeira. 


Um dos exemplos é o Boqueirão Hotel Fazenda, empreendimento que há mais de três décadas transforma a tradição agropecuária da propriedade em uma experiência turística conectada à identidade da serra.


Instalado em uma propriedade de quase 10 milhões de metros quadrados, o hotel integra natureza, atividades rurais, gastronomia serrana e infraestrutura de lazer durante todo o ano. Para a hospedagem, é possível escolher entre as suítes Classic, Lago, Bosque e Cabanas, permitindo atender desde casais em busca de privacidade até famílias que desejam aproveitar a estrutura completa da fazenda.

Foto: Boqueirão Hotel Fazenda / Divulgação
Foto: Boqueirão Hotel Fazenda / Divulgação

A programação inclui cavalgadas pelos campos, trilhas ecológicas, caminhadas, observação de aves e pescaria, além de áreas de bem-estar com piscina térmica, ofurô, sauna e espaços com lareira. A estrutura oferece alternativas de lazer tanto para quem deseja aproveitar as atividades ao ar livre quanto para quem prefere momentos de descanso e bem-estar nos dias mais frios.


Sabores que aquecem

A experiência de inverno também passa pela gastronomia no Boqueirão Hotel Fazenda. Em regime de pensão completa, o hotel valoriza os sabores típicos da Serra Catarinense, com destaque para o pinhão e para ingredientes produzidos na própria fazenda, reforçando a conexão entre hospedagem, território e cultura local.

Pinhão da chapa é indispensável na gastronomia de SC | Foto: Boqueirão Hotel Fazenda / Divulgação
Pinhão da chapa é indispensável na gastronomia de SC | Foto: Boqueirão Hotel Fazenda / Divulgação

Além disso, um dos diferenciais mais recentes do hotel é a Quinta do Boqueirão, projeto de enoturismo que incorpora o cultivo de cerca de seis mil videiras na própria fazenda e produz rótulos a partir de uvas regionais. A expectativa é escalar a produção nas próximas safras, integrando cultivo, vinificação e consumo no próprio destino, um percurso completo da vinha à taça dentro dos limites da propriedade.


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