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Festival online da Cultura Cosplay vai até 24 de abril

Evento gratuito reúne palestras interativas, blitz com cosplayers pela cidade, vídeos de oficinas, concurso com prêmio em dinheiro e reportagens sobre a economia criativa do cosplay.

Criado pelo profissional de comunicação Maxx Figueiredo (sósia do Homem de Ferro e palestrante), pelo produtor cultural Benedito Nicolau e pelo advogado João Antonio Wiegerinck, o Festival online da Cultura Cosplay analisa a arte do cosplay e sua ascensão na cultura pop mundial. Abordando tanto o aspecto sócio-cultural, como o socioeconômico, a intenção é divulgar, de forma apropriada, o Cosplay como uma forma de cultura e negócios que deve ser respeitada e levada a sério, pelo alto grau de dedicação, criatividade e habilidade da maioria das pessoas envolvidas.


Cosplay é uma palavra de origem inglesa, uma junção das palavras “costume” e “play” que surgiu nos Estados Unidos por volta do anos 30. De acordo com os registros históricos, Forrest J. Ackerman foi a primeira pessoa a se fantasiar de um personagem de ficção científica na I World Science Fiction Convention realizada em Nova Iorque, em 1939.



Entretanto, foi no Japão, que teve início a popularização mundial e o surgimento do nome Cosplay. A criação do termo teria acontecido em 1984, quando o jornalista japonês Nobuyuki Takahashi, após visitar um evento de ficção científica em Los Angeles, foi apresentada aos “masquerades” e, ao retornar para o Japão, escreve um artigo para uma revista descrevendo as pessoas fantasiadas (os masquerades) como cosplayers. Estava assim criando um termo que viria marcar e revolucionar a cultura pop em todo o planeta.


Com o passar dos anos, o ato de realizar Cosplay se popularizou de tal maneira que criou sua própria cultura.


“É no aspecto ‘identidade’ que o Cosplay começa a se diferenciar do simples ato de se fantasiar. Fazer Cosplay é assumir e construir com as próprias mãos outra identidade, uma identidade diferente daquela desenvolvida durante a vida. É um ato que muitos praticantes fazem de forma primorosa. Não apenas construindo, mas mimetizando - à beira da perfeição - as características de personagens de livros, filmes, quadrinhos, animes, seriado de TV, enfim, uma gama enorme de personagens. E o fazem por amor à personagem, construindo eles mesmos as vestimentas, as indumentárias, reproduzindo cenas, traduzindo e decorando diálogos, repetindo esse processo toda vez na criação de um novo Cosplay”, conta Maxx Figueiredo.

Atualmente tem se tornado um negócio, fomentando outros mercados como alimentação, transporte, telefonia, vendas de materiais para confecção de fantasias, tecnologia, impressões em 3D. Além de entreter e praticar a solidariedade ao levar carinho e conforto a crianças em hospitais. Dessa forma o cosplay gera negócios que fomentam a economia criativa não só de São Paulo, seu maior polo, mas em todo o Brasil.


Para acessar a programação completa, acesse: www.oikosplay.com.br.



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