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“Por tudo o que for Amor” marca a estreia do duo, Lu Toledo e Valter Saty

CD traz 14 crônicas musicais sobre o amor, a esperança, a paz e as coisas belas.

Lu Toledo e Valter Saty - Foto: Ana Morais

O CD “Por Tudo o Que for Amor” marca a estreia do duo formado pela cantora e compositora mineira Lu Toledo e o músico paulista Valter Saty, que também é cantor e compositor. O disco reúne 14 canções inéditas, compostas e gravadas em Belo Horizonte e São Paulo, entre 2020 a 2021, durante o distanciamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus.


Os temas das canções são contrapontos poéticos aos sentimentos e circunstâncias de medo, desamparo e desolação provocados pela disseminação do vírus. Nas 14 faixas de “Por Tudo o Que for Amor", Lu e Valter lançam palavras e melodias de alento e inspiração, de beleza e emoção, a partir de experiências, reflexões e descobertas vividas por eles neste período insólito da história de toda a população.

“Em tempos de isolamento social e incertezas, a música surge como uma ótima companhia. E em um momento tão difícil como o que estamos vivendo, resolvemos cultivar em nossas canções mensagens de amor, paz, esperança e reflexões sobre a vida”, diz a cantora.

> Disponível em todas as plataformas digitais no dia 28 de janeiro de 2022.


Enaltecer os bons sentimentos, as experiências positivas, observar as belezas de Minas e do Brasil, buscar superar as dificuldades: com essa proposta, Lu Toledo e Valter Saty escreveram, entre outras músicas, “Espelho de Mim”, “Acreditar”, “Esperança”, “A Bela Arte de Viver”, “Meu Abrigo” e “Entre as Montanhas de Minas”, além de “Por Tudo o Que For Amor”, que dá nome ao disco (“Quando é que eu vou sorrir, quando vou poder chorar, por tudo o que eu já vivi, quando vou recomeçar?”, são alguns versos da canção).


“Cantar o amor, a esperança, as experiências positivas, num momento triste, para fazer um contraponto a esta realidade complicada.


Lu Toledo diz que a constituição da parceria aconteceu de maneira tranquila e natural, logo que descobriram afinidades artísticas, estéticas e existenciais. Além de ser um músico inspirado e inventivo, Valter tem bastante intimidade com a música mineira, especialmente com o repertório do Clube da Esquina. “Nossa parceria nasceu em 2020, no início do isolamento social ocasionado pela pandemia do novo coronavírus. Tínhamos nos visto apenas uma vez anos atrás, em um festival de música no Bar do Museu do Clube da Esquina, em Belo Horizonte, e só retomamos contato recentemente por meio das mídias sociais”, conta.


Informações: Luciana Braga | Assessoria

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