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Serginho Barbosa se reinventa durante a pandemia e lança o disco “Brilho Novo”

O disco, patrocinado pela Lei Aldir Blanc, mistura bolero, salsa, Bachata, Tango e MPB.

Serginho Barbosa | Foto: Larissa Pedrosa

O disco intitulado “Brilho Novo” surge de reflexões durante a pandemia e brinda os mais de 35 anos de carreira do cantor e compositor Serginho Barbosa. “Queria durante a pandemia tentar fazer algo de novo, fazer algo de brilho novo, algo de novo brilho. O que era o novo? Era a mudança que poderia acontecer neste período de todos nós dentro de casa”, explica Serginho.


Warley Machado assina a direção musical do disco, que teve diversos compositores, além de músicas de autoria de Serginho Barbosa.

“O disco é uma mistura de estilos latinos, toda a dança, toda a musicalidade, toda a reflexão, através das canções autorais. Algo que pudesse ser um divisor de água na vida das pessoas, que pudesse mexer com as pessoas, com a sua imaginação, mexer com a sua alegria. É um reencantamento da vida, em que a música se manifesta no corpo, quer com a perna, quer com o braço, quer com a cabeça, quer com o corpo por inteiro, mas que o corpo que vai escolher a dança”, explica Serginho.

Serginho abriu o leque para que esse brilho novo pudesse também oportunizar os novos compositores, principalmente no momento de pandemia, em que estão sem trabalho. A música que também é o título do disco vem da questão de reinventar, fazer tudo novo. O disco que a princípio teria em sua maioria músicas de bolero abrange um leque com mais estilos.


Confira:


O disco ainda possui uma bachata, um estilo musical que surgiu na República Dominicana, na década de sessenta.O tango argentino não poderia faltar, que “levou o compositor a ter enxaquecas, porque ele estava muito preocupado”, comenta. As duas músicas foram de autoria do itabiritense Claudinho Fragmentos, que também compôs os boleros “Eu não preciso” e “Por um bolero”.


O bolero é parte central do “Brilho Novo”. O estilo que nasceu em Cuba, passou pela Europa, México e até chegar no nosso Brasil. Foi realizada a releitura da música “Bolero”, de autoria do Pirulito da Vila, e que levou o nome do Serginho Barbosa para além de sua cidade natal, sendo grande sucesso. Releituras das Canções – “Voz Companheira” de Serginho Barbosa, “Luiza e Juliana”, um Bolero do compositor Marco Aurélio e “Mensagem no Celular” do compositor Ademar Henrique, ambas também sucessos de discos anteriores.


O álbum está disponível em todas as plataformas digitais.


Serginho finaliza ressaltando a importância da Lei Aldir Blanc para a realização do disco. “Sem dúvida nenhuma, esse recurso da Lei Aldir Blanc permitiu fazer esse trabalho sem perder a qualidade, porque o time de músicos que foram contratados para fazer o projeto são novos talentos, mas também músicos já experientes que estavam parados. A aprovação do projeto é um reconhecimento de todos esses anos dedicados à arte”, finaliza.


Informações: Luciana Braga

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