Galeria no centro de Curitiba abre exposição “Corpos Distantes Ainda Atritam”, de Jéssica Luz
- Toca Cultural
- 2 de set.
- 2 min de leitura
Mostra da artista Jéssica Luz abre dia 4 de setembro, na Galeria Ponto de Fuga.

Entre os dias 04 de setembro a 09 de outubro, a Galeria Ponto de Fuga recebe a exposição Corpos Distantes Ainda Atritam, da artista Jessica Luz, com curadoria de Alice Granada. A mostra apresenta um conjunto de obras que investigam os modos de se relacionar na contemporaneidade, diante das transformações provocadas pelo uso intensivo da tecnologia. Pinturas, desenho, instalação e vídeos-performances compõem um percurso poético que coloca em evidência os atritos entre corpo e presença no espaço virtual.
A artista propõe uma leitura crítica das relações mediadas pela internet, onde a figura do “fantasma” — a projeção do outro através da tela — substitui a presença física. Corpos Distantes Ainda Atritam é uma investigação sobre como a ética, o afeto e a política que se constroem a partir das relações que moldam nossa vida social, evocando o corpo como território em constante fricção e reinvenção.

A abertura acontece no dia 04 de setembro, a partir das 19h, com entrada gratuita. Projeto aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura - Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura - Governo Federal.
SERVIÇO:
Exposição: Corpos Distantes Ainda Atritam, de Jéssica Luz
Curadoria: Alice Granada
Abertura: 04 de setembro (quinta-feira), às 19h
Período expositivo: de 04 de setembro a 09 de outubro de 2025
Local: Galeria Ponto de Fuga
Endereço: Rua Saldanha Marinho, 1220 - Centro, Curitiba, PR
📍Dia 20 de setembro a Alice Granada estará em Curitiba para uma roda de conversa na Galeria.
Entrada gratuita
Classificação indicativa: A14
Minibio da artista
Jéssica Luz (Araranguá, SC, 1992) é artista plástica graduada pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná em 2013 no curso de Bacharelado em Gravura, Artes Visuais. Desenvolve trabalhos entre as linguagens da pintura, vídeo, desenho e instalação. Pesquisa sobre as relações fantasmagóricas entre tecnologia e afetividade. Além da produção individual, é integrante do Coletivo Brutas. Participou de residências artísticas, exposições no Brasil e no exterior, e recebeu prêmios como a indicação ao Prêmio EDP nas Artes (2018). Vive e trabalha em Curitiba.
As imagens de divulgação seguem anexas (e algumas obras com acesso pelo Drive) e o documento contendo as fichas técnicas das obras segue em pdf. Caso precise de imagens com resoluções e tamanhos específicos, é só me dizer que providencio, tá bem? Qualquer dúvida ou dificuldade em acessar algum arquivo necessário, por favor me avise.
Informações: Gi Pagotto






















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