Green Day volta a Curitiba em noite histórica marcada por explosão punk britânica
- Toca Cultural
- 14 de set.
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Show lota Arena da Baixada e destaca energia da banda de abertura Bad Nerves, entregando ao público doses de nostalgia, novidade e euforia.

Curitiba viveu uma noite memorável em 12 de setembro de 2025, quando a Arena da Baixada se transformou no epicentro do rock internacional com o aguardado retorno do Green Day à capital paranaense. Mas antes de Billie Joe Armstrong e companhia incendiarem o palco, quem surpreendeu foi a banda britânica Bad Nerves, que abriu o evento pontualmente às 19h30.
Conhecida por sua mistura genuína de punk e garage rock, com influências de Ramones e The Strokes, os ingleses de Essex entregaram um show enérgico e direto, conquistando corações com suas músicas e aquecendo as arquibancadas lotadas. O público, composto em grande parte por fãs históricos do Green Day, curtiu cada momento, tornando a apresentação de abertura uma experiência pulsante e digna dos grandes festivais internacionais.

O clima já era de celebração antes mesmo do trio americano subir ao palco. No início da noite, clássicos como “Bohemian Rhapsody”, do Queen, embalavam o público e reforçavam o espírito de comunhão roqueira. Quando o Green Day finalmente apareceu, a reação foi imediata: a Arena explodiu em uníssono ao som de sucessos eternos como “American Idiot”, “Boulevard of Broken Dreams” e o novíssimo “Saviors”, tornando o espetáculo uma verdadeira catarse coletiva. Entre telões gigantes, efeitos visuais, pirotecnia e interações marcantes, a banda reforçou seu amor pelos fãs curitibanos e reafirmou a força do punk em uma performance que vai entrar para a história da cidade.
O reencontro do Green Day com Curitiba foi muito mais do que nostalgia: foi sinal de renovação, de afirmação do gênero e de que a capital paranaense segue no radar dos grandes turnês mundiais. A entrega dos músicos, a vibração da plateia e a potência da abertura das Bad Nerves celebraram não só o passado, mas o presente vibrante do rock, fazendo da noite um marco para quem vive e respira cultura.






















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